Da excência que a agora se extrai,
O odor da mais robusta flor.
A tarde a Alma cansada sai,
pra desfrutar do seu torpor.
Mas ao raiar o sol fiel,
Do sono que a noite lhe dá.
A Alma radiante vai,
O odor da flor cruel buscar.
No dia a dia a Alma tem,
Que alimentar de pão os seus.
Mas sempre a pensar na flor,
Que alguém um dia prometeu.
E assim vive a Alma só,
perdida em seus sonhos de amor.
E o odor daquela flor lhe dá,
O alívio e a causa da sua dor.
Mas ao raiar o sol fiel,
Do sono que a noite lhe dá.
A Alma radiante vai,
O odor da flor cruel buscar.
Cleones





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